Para Onde o Vento Me Levar... Vou VOANDO...
Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2007
E porque não Amesterdão?!?!

BucurLog 01.01.00

Dia 12 de Fevereiro de 2007... o grande (comprido) dia!

Acordei às 4h da manhã com olhos inchados e com a consciência que tinha dormido muito muito pouco e que tudo dentro de mim estava a ponto de começar a tremer, pior sentia-me meio inerte meio atordoada. Não sabia ao certo o que me esperava...

Bem... eram 5h e alguns minutos e estava na fila do check-in...com as minhas duas malas e a mala de mão com o essencial para um dia (não fosse uma das minhas malas ficar noutro país qualquer). O aeroporto quase vazio, pessoas dormiam em cima das malas, as lojas todas fechadas, nem um jornaleco português consegui trazer para matar a saudade.

A primeira metade da viagem fez-se bem, comecei com um ataque de dislexia, li a mini tabuleta dos lugares no avião e sentei-me exactamente na outra ponta à janela! E este era o lugar de um estudante de erasmus a caminho de Edimburgo (ou melhor, de uma cidade universitária perto de Edimburgo) e que conheci através de um iogurte... abençoada a pressão dos aviões que faz com que todas as embalagens comecem a opar! Até Amesterdão tive companhia. Simpático o moço.

Eu queria ficar em Amesterdão... mas nunca me deixariam!

Percebi que estava cada vez mais perto do meu destino na fila para o segundo check-in...só ouvi falar romeno (penso eu), uma língua estranha a que os nossos ouvidos não estão habituados. De repente a ideia revolucionária do Esperanto ganhou todo o sentido na minha cabeça, pois apesar de muito falado o Inglês ainda não é a língua mundial nem a mais falada no mundo.

Depois de tira portátil/guarda portátil, tira frasquinhos/guarda frasquinhos dentro de saquinho de plástico, tira cinto/coloca cinto, mala de mão com tudo lá dentro, finalmente sentei-me no avião e fui o resto da viagem sentada ao lado de um miúdo que dormiu o tempo quase todo numa posição inacreditável e atrás de um rapariga que foi o tempo todo a palrar e eu a tentar dormir.

Chego a Bucareste, 1º  sair do avião, 2º trocar dinheiro no aeroporto (com o pior câmbio possível) para as primeiras instâncias, 3º mostrar passaporte, 4º apanhar as malas, 5º ser interrogada pelo senhor da alfandega "where you from?" "Lisbon!", 6º concentrar-me para driblar todos os taxistas gatunos e chegar aos da fly taxi, 7º ficar  quando oiço o meu nome... era o meu futuro chefe (nome de código pc) que estava à minha espera... e ser apresentada a Bucareste ao anoitecer de dentro de um renault.


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Sangrado por Vlada às 07:33
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To put meaning in one's life may end in madness,
But life without meaning is the torture Of restlessness and vague desire - It is a boat longing for the sea and yet afraid. By Edgar Lee Masters
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