Para Onde o Vento Me Levar... Vou VOANDO...

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007
Ele há noites assim!

 

Pois... como eu a compreendo...


espelho-me: ensonada...

Sangrado por Vlada às 09:56
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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007
Freira arrependida...

... procura quem lhe ensine o caminho da perdição!

Foi com este argumente que finalmente convenci o Zezescu a passar a noite de sábado e a madrugada de domingo no Embryo!

Saímos de casa rumo ao centro nerválgico de Bucareste... galhofando e gargalhando... de plano já traçado:

paragem no Yellow Bar para uma ou duas caldeiradas;

procurar a sanidade mental com Khidja no bar... perdão na pista do Embryo...

 

Trocámos o Yellow Bar pelo Edgar's Pub, onde nos embrenhámos em discussões profundas que iam desde o estado das casas-de-banho até ao estado do mundo.

Saímos para a noite fria... rumo ao Embryo... onde o barman se lembrava que o Zezescu (apesar do nome enganar) é português e nos ofereceu uma rodada de gin tónico e onde alguém resolveu escolher da lista um cocktail com hortelã-pimenta...

 

 

Chegamos a casa entre as 4h e as 5h... impossível precisar... 

É este o resultado do arrependimento da Freirinha!

 

 


espelho-me: embryo mood!
pautas: Love One Another by Khidja

Sangrado por Vlada às 13:57
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2007
By the Candle Light

Wild nights! -- wild nights!

Wild nights -- Wild nights!

Were I with thee

Wild night should be

Our luxury!

Futile the winds

to a heart in port --

Done with a compass,

Done with the chart!

Rowing in Eden --

Ah, the sea!

Might I moor, tonight,

In thee!

Emily Dickinson - 1861



Sangrado por Vlada às 12:41
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Sexta-feira, 23 de Março de 2007
Sábado à Noite, Domingo de Manhã!

Eu sei que hoje é sexta-feira e que o sábado é já amanhã, mas mesmo assim penso que o fim-de-semana passado merece um post!

Algures no outro fim-de-semana, a minha mente ilumina-se e partilho com o Zé e o Pratas a ideia "Jantar Tuga!" para juntar os Portugueses que cada um já conhecia.

Existia um único problema, a minha casa (e do Zé) não dá para receber tanta gente e os apetrechos de cozinha são extremamente limitados. Problema imediatamente resolvido quando ofereci a casa do Cristóvão sem o prévio conhecimento do dono! (que felizmente estava em Bucareste nesse fim-de-semana e não se importou de receber 9 pessoas em casa, 7 Tugas e 2 Romenas)

E como ele mesmo disse "Eu ofereço a casa, tu organizas" e eu, no meu melhor estilo "Maya Astróloga" fiz telefonemas...

Sábado à Noite...

... chega. Pratas, Pedro, Cristóvão e Ramona encarregues da comida, Pratas cozinha arroz de polvinho, uma delícia (tem futuro o moço!). Pedro e Bruno encarregues das bebidas, e cadé o martini?!? (Eu e a Patrícia bem que ficámos com água na boca!). Eu, Zé, Simina e Patrícia ficámos encarregues das entradas, queijo feta e milho salgado, ui! Simina e Patrícia ainda levaram uns bolinhos para a sobremesa.

 

Pormenor importante: jogo Porto-Sporting.

Nota mental: verificar se há jogo antes de marcar jantar!

 

Durante 90min o dono da casa deixou de existir para o jantar e passou a existir para o jogo. O único sportinguista fez a festa e ficou imparável o resto da noite.

Pós-jogo fomos sair, depois de uma volta de carro pelo centro de Bucareste, parámos no Turabo Café para uma dose de cafeína cada um e depois fomos para o Plantors.

80's Party! E aqui não só da música que falo mas também da roupa... com cada modelito (cruzes!). Foi um dançar e aparvalhar ao som do twist, do grease... Love is in the air... everywhere I look around...

Visto está que só me deitei às tantas da matina...

Domingo de Manhã

Despertar às 10h45 ...

O Pratas chegava daí a 45min para nos fazermos à estrada a caminho da Reservatia Naturalla Vulcanii Noroiosi (lê-se Reservatzia Naturale Vulcanii Noroiochi).

Objectivo: conhecer os Vulcões de lama que fazem blop!

Pelo caminho parámos em Busau (lê-se Busô) para almoçar e descobrimos o Restaurant Steffy, com uma decoração peculiar, tanto na sala como nos pratos.

Mas verdade seja dita, comeu-se muito bem. Após um almoço de 2horas, novamente a caminho.

Enquanto fazíamos a estrada sinuosa, íamos sorrindo e dizendo adeus aos nativos. Um especial agradecimento ao senhor que guardava o porco e nos disse adeus para a foto.

Chegámos, finalmente, após curva e contracurva!

Devo confessar que esperava algo mais, não sei bem o quê. Estava imenso vento e, por momentos, parecia que caminhávamos na superfície da lua, até começar a encontrar pegadas profundas na lama fresca.

Confirma-se, os vulcões fazem blop e cospem lama (que o digam as minhas calças de ganga). O desapontamento deu-se quando descobrimos que a lama não era quente! Oh tristeza!

Depois de tirar as fotos, filmar os vulcões e enfiar o dedo onde provavelmente não devíamos, fizemo-nos à estrada com o intuito de ainda passar pelo Carrefour (essa cadeia tão bem disseminada) e abastecermo-nos de víveres...

Mesmo dormindo uma sesta no carro cheguei à noite partidinha!


espelho-me: Estafadita!
pautas: La vida es un Carnaval

Sangrado por Vlada às 08:17
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Quarta-feira, 7 de Março de 2007
Perdidos em Bucareste!

O título diz tudo, então porque me estou a dar ao trabalho de escrever?!?!

Simples: só o título não tem piada!

No primeiro de Março, para além de ser o primeiro dia do Martisor, também foi o penúltimo dia do André, estudante de erasmus, em Bucareste e nós fizemos um jantareco de despedida. Um jantar multi-cultural, com romenos, franceses, italianos, um espanhol e nós, os tugas.

Ponto de encontro com o Pratas, estudante de erasmus tuga, com o Charlie, estudante de erasmus francês (acabadinho de chegar a este país) e o Zé, c10, foi na Magheru, uma das principais avenidas de Bucareste...

Enquanto caminhávamos para a praça de táxis mais próxima descobri que para um francês é extremamente difícil dizer Pratas, sai sempre um Prrrrrratas, que nos dá imensa vontade de rir. E quando chegámos à praça de táxis descobrimos que ninguém nos queria levar ao restaurante por ser "demasiado perto", o Pratas vira-se e diz "o restaurante é aqui perto vamos a pé" e todos concordámos.

Íamos na conversa, confiantes no sentido de orientação do Pratas, apesar de não saber o nome da rua devo frisar que me encontrei e consegui orientar de regresso a casa, estava mesmo orgulhosa de mim, o chato foi a palminha ter-se movimentado na bota e eu ter feito uma bolha no calcanhar!

Bem, o certo é que afinal o Pratas não sabia exactamente onde ficava a rua e o ponto de referência dado pelo André, era tudo menos perto do restaurante . Saco do meu mapa maravilha (sim porque o meu mapa maravilha está sempre dentro da mala não vá precisar) e tentamos encontrar o local onde estamos à luz fraca dos candeeiros de ruas.

Nu stiu! (lê-se nu chtiu) diz o Pratas... mau, ele não sabia, eu não sabia, ninguém sabia... hora de começar a perguntar às pessoas que passavam na rua, mais uma vez o Pratas pratica o seu romeno e vai pedindo informações.

Bem, lá chegamos a um ponto facilmente identificável no mapa, paramos e perguntamos a um romeno, que estava ao lado do seu carro, onde fica a dita rua (cujo nome já não me lembro) e o dito restaurante, que afinal era Húngaro e não Romeno como inicialmente estava previsto. Eles olham para o mapa, apontam para várias ruas, até que parece existir um trajecto possível. FIXE!

Eis senão quando o romeno diz que nos leva lá dentro do seu carro, não damos trabalho nenhum e ele não se importa... O carro já era bem velhinho e encontrei desde garrafas a papéis no banco de trás, mas o meu grande espanto dá-se quando olho para a tampa da bagageira e vejo duas colunas potentes instaladas... dá-me uma vontade de rir enorme.

Lá partimos em busca da rua e do restaurante, o Pratas como co-piloto de mapa na mão, eu, o Zé e o Charlie no banco de trás. Demos não sei quantas voltas com o André a telefonar e a dizer que dai a 1h fechavam a cozinha e finalmente achámos o restaurante!

Saimos, agradecemos muito ao romeno e entrámos (para descobrir que afinal não eramos os últimos ).

O jantar correu bem, multilingue, com vinho romeno e salmão grelhado e muitas gargalhadas.

Depois de tudo uma pessoa pensa que não vamos ter mais surpresas nessa noite... Errado, saimos do restaurante e encaminhamo-nos para o Salsa, uma disco que só passa... adivinhem?!!?... Salsa; e descobrimos que quando parámos perto do romeno que nos deu boleia estávamos muito perto do restaurante e acabámos por andar às voltinhas em Bucareste.

Só para terminar, quando estávamos na conversa a observar os parzinhos a dançar salsa avistámos o que só podia ser a prima ou a irmã perdida da Lili Caneças... enrugadinha, vestida à vamp, loira platinada e com os olhos pintados de preto com tal intensidade que era a primeira coisa que se via quando se olhava para o local onde estava a dançar.


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Sangrado por Vlada às 15:15
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But life without meaning is the torture Of restlessness and vague desire - It is a boat longing for the sea and yet afraid. By Edgar Lee Masters
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